{"id":712,"date":"2011-12-26T00:01:42","date_gmt":"2011-12-26T03:01:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.encontrapiracicaba.com.br\/noticias\/?p=712"},"modified":"2019-04-12T16:05:51","modified_gmt":"2019-04-12T19:05:51","slug":"surf-sobre-rodas-longboard-faz-a-cabeca-de-esportistas-de-piracicaba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontrapiracicaba.com.br\/sobre\/surf-sobre-rodas-longboard-faz-a-cabeca-de-esportistas-de-piracicaba\/","title":{"rendered":"&#8216;Surf&#8217; sobre rodas, Longboard faz a cabe\u00e7a de esportistas de Piracicaba"},"content":{"rendered":"<div class=\"85df007ed5c0c4d4b453fd13a37855e8\" data-index=\"1\" style=\"float: none; margin:0px;\">\n<!-- Anuncio display - global -->\r\n<ins class=\"adsbygoogle\"\r\n     style=\"display:block\"\r\n     data-ad-client=\"ca-pub-8585364105181520\"\r\n     data-ad-slot=\"8789329856\"\r\n     data-ad-format=\"auto\"\r\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\r\n<script>\r\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\r\n<\/script>\n<\/div>\n<p>Descer uma ladeira a 120 km\/h dentro de um carro, apesar da seguran\u00e7a, j\u00e1 d\u00e1 aquele friozinho na barriga e faz pensar o que uma batida pode ocasionar. Agora imagina alcan\u00e7ar esta mesma velocidade em um skate. \u201cVoc\u00ea se sente maior do que \u00e9 realmente. \u00c9 uma sensa\u00e7\u00e3o indescrit\u00edvel, de extrema liberdade\u201d, conta Andrew Guimel S\u00e1 Dassie, videomaker e skatista nas horas vagas.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 de qualquer tipo de skate que estamos falando. O assunto aqui \u00e9 o Longboard, modalidade que cresce em todo o pa\u00eds e consiste em plataformas, ou shapes, maiores do que 38 polegadas, medida comum entre os usados para manobras em pistas ou halfs. \u201cAl\u00e9m de serem maiores do que o normal, eles s\u00e3o feitos para andar em ruas, descer ladeiras, porque d\u00e3o mais estabilidade\u201d, afirma Alexandre Gaiad, fot\u00f3grafo e um dos precursores do esporte na cidade de Piracicaba.<\/p>\n<p><strong>Confira galeria de fotos do Longboard<\/strong><\/p>\n<p>Ele e mais 39 adoradores da modalidade\u00a0criaram uma p\u00e1gina no Facebook, <strong>os 019 Caipiras Longboard<\/strong>\u00a0, para que todos possam marcar encontros. \u201cEu ia para alguns pontos e sempre encontrava pessoas andando, ent\u00e3o criei este grupo. Hoje temos pessoas de Americana e Limeira tamb\u00e9m e sempre fazemos excurs\u00f5es grandes para andar de long\u201d, conta Gaiad. O grupo \u00e9 aberto e n\u00e3o precisa saber andar ou ter um skate para poder brincar. J\u00e1 s\u00e3o 205 participantes.\u201cO legal \u00e9 que o pessoal que sabe mais ajuda quem est\u00e1 come\u00e7ando. E n\u00e3o tendo um long, sempre tem aquele que leva mais de um. Nada \u00e9 empecilho para a gente\u201d.<\/p>\n<p>Algumas ruas j\u00e1 foram escolhidas como preferidas. Condom\u00ednios fechados e\u00a0espa\u00e7os pouco movimentados s\u00e3o os melhores pontos para evitar acidentes. O grupo se re\u00fane nas tr\u00eas cidades, revezando para que todos os participantes se unam em torno do esporte. A descida preferida\u00a0\u00e9\u00a0da\u00a0Estrada do Boiadeiro, em Piracicaba, tamb\u00e9m apelidada &#8220;carinhosamente&#8221; de Ladeira da Morte.<\/p>\n<p>\u201cEla \u00e9 a mais lisa e \u00edngreme. O pessoal chega at\u00e9 a 100km\/h. Muita gente de S\u00e3o Paulo e outras cidades v\u00eam para c\u00e1 somente para descer nela. Esse \u00e9 um dos motivos de querermos coloca-l\u00e1 no circuito brasileiro. Estamos pedindo ajuda para a prefeitura para que ano que vem fa\u00e7amos a primeira competi\u00e7\u00e3o nesta ladeira\u201d, conta o fot\u00f3grafo.<\/p>\n<p><strong>Promessas<\/strong><\/p>\n<p>Do grupo 019 Caipiras, alguns despontam.\u00a0\u00c9 o caso de Dassie. A falta de patroc\u00ednios n\u00e3o impediU que o skatista come\u00e7asse a competir profissionalmente, como em Teut\u00f4nia, no Rio Grande do Sul, onde\u00a0\u00e9 realizada\u00a0uma prova do Circuito Mundial de Longboard.\u00a0 \u201cEram 130 concorrentes, depois diminuiu para 60, mas eu cai e tive que abandonar a competi\u00e7\u00e3o\u201d,\u00a0 explica Dassie.<\/p>\n<p>Sem verba, \u00e9 imposs\u00edvel conseguir disputar todo o circuito. Para se ter uma ideia, o valor de um longboard para disputa \u00e9 de R$ 1,5 mil.\u00a0\u201cTemos tamb\u00e9m a manuten\u00e7\u00e3o, que aumenta\u00a0este custo.\u00a0Por exemplo, em uma pista com bastante curva, gasto um jogo de rodinhas. L\u00e1 se v\u00e3o R$ 200\u201d, afirma o skatista.<\/p>\n<p><strong>Modalidades<\/p>\n<p><\/strong><\/p>\n<p>Nos torneios, os competidores praticam o longboard speed. O\u00a0m\u00ednimo de velocidade para que seja considerada a modalidade \u00e9 de 60km\/h, mas em m\u00e9dia\u00a0os competidores atingem\u00a0100 km\/h. Quem chega primeiro ao final ganha.\u00a0 Existe tamb\u00e9m a modalidade freeride, que \u00e9 para aqueles que gostam mais de dar manobras.<\/p>\n<p>\u201cEssa modalidade \u00e9 mais para slides, que \u00e9 quando o skatista da um cavalo de pau com o skate. A ideia \u00e9 aproveitar toda a ladeira para dar manobras. Soma mais pontos quem fizer as manobras mais dif\u00edceis\u201d, explica Alexandre Gaiad.<\/p>\n<p>O mais difundido estilo \u00e9 o longboard classic, que s\u00e3o os skates de 52 polegadas usados para passear e \u201csurfar\u201d descidas a baixo. \u201c\u00c9 a forma sem competi\u00e7\u00e3o do esporte. S\u00f3 mais para curtir a descida, a paisagem e a adrenalina do momento\u201d, conta Gaiad.<\/p>\n<p><strong>Tombos<\/p>\n<p><\/strong><\/p>\n<p>Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 de aventura e adrenalina que vivem os praticantes do longboard. Ralados e ossos quebrados\u00a0fazem parte da rotina desses skatistas.\u00a0 \u201cJ\u00e1 me machuquei feio andando de long. Cheguei a quebrar quatro costelas em uma queda\u201d, relembra o fot\u00f3grafo.<\/p>\n<p>Por isso, a prote\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante importante. Luvas, cotoveleiras, joelheiras e capacete s\u00e3o elementos b\u00e1sicos para a pr\u00e1tica deste esporte. \u201cN\u00e3o deixamos que ningu\u00e9m ande com a gente sem prote\u00e7\u00e3o. Voc\u00ea pode estar parado, subir no skate, escorregar e bater a cabe\u00e7a. N\u00e3o \u00e9 quest\u00e3o de habilidade, pode acontecer com todo mundo. \u00c9 quest\u00e3o de seguran\u00e7a\u201d, explica Gaiad.<\/p>\n<p>Para os que andam em altas velocidades, tamb\u00e9m \u00e9 aconselhado o uso de macac\u00e3o de couro.\u00a0Para esses loucos por adrenalina, um tombo \u00e9 s\u00f3 mais motivo para levantar e andar de novo. \u201cJ\u00e1 quebrei o tornozelo, desloquei o ombro. Ralei tanto que nem sei o que \u00e9 pele o que \u00e9 cicatriz. Mas quando caio, a \u00fanica coisa que penso \u00e9 quanto tempo vou ter que ficar parado sem andar. Nem sinto dor\u201d, completa Dassie.<\/p>\n<p><em>Fonte: EpPiracicaba<\/em><\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n\n<div style=\"font-size: 0px; height: 0px; line-height: 0px; margin: 0; padding: 0; clear: both;\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descer uma ladeira a 120 km\/h dentro de um carro, apesar da seguran\u00e7a, j\u00e1 d\u00e1 aquele friozinho na barriga e faz pensar o que uma batida pode ocasionar. Agora imagina alcan\u00e7ar esta mesma velocidade em um skate. \u201cVoc\u00ea se sente maior do que \u00e9 realmente. \u00c9 uma sensa\u00e7\u00e3o indescrit\u00edvel, de extrema liberdade\u201d, conta Andrew Guimel S\u00e1 Dassie, videomaker e skatista nas horas vagas. N\u00e3o \u00e9 de qualquer tipo de skate que estamos falando. O assunto aqui \u00e9 o Longboard, modalidade que cresce em todo o pa\u00eds e consiste em plataformas, ou shapes, maiores do que 38 polegadas, medida comum entre <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-712","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-em-piracicaba"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.encontrapiracicaba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/712","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.encontrapiracicaba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.encontrapiracicaba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrapiracicaba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrapiracicaba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=712"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.encontrapiracicaba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/712\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2144,"href":"https:\/\/www.encontrapiracicaba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/712\/revisions\/2144"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.encontrapiracicaba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=712"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrapiracicaba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=712"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrapiracicaba.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=712"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}